É o novo formato do CNPJ, em vigor desde julho de 2026. Os 12 primeiros caracteres podem ser letras (A a Z) ou dígitos; os 2 últimos continuam sendo dígitos verificadores numéricos. A Receita Federal adotou o formato porque a numeração só com dígitos estava se esgotando.
Os primeiros CNPJs alfanuméricos foram emitidos em julho de 2026. Um exemplo real: 00.000.000/E08G-12, uma agência do Banco do Brasil em Brasília aberta em 31/07/2026. Os dois formatos convivem: CNPJs numéricos continuam válidos e nenhuma empresa existente teve o número trocado.
Empresas já registradas mantêm o CNPJ atual. Apenas novos registros, de empresas e de filiais, recebem o formato alfanumérico. Sistemas que validam CNPJ precisam aceitar letras nas 12 primeiras posições.
Validações que aceitam só dígitos passam a recusar empresas reais. O cálculo dos dígitos verificadores continua sendo o módulo 11, com as letras valendo de A=17 a Z=42. A cnpj-api.com já aceita o novo formato em todos os endpoints. O artigo "CNPJ alfanumérico: o que muda e como testar na API", no blog, mostra a consulta completa com um CNPJ real.
Não. CNPJs existentes permanecem inalterados.
Mantém 14 caracteres, mas pode conter letras de A a Z além de números nas 12 primeiras posições.
Sim. Todos os endpoints aceitam o novo formato, com ou sem pontuação, e a resposta devolve o CNPJ em maiúsculas.